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quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Marina I. Jones Rumo à Floresta - Cap 1 (by Rogerio Rufino)

Esta fabulosa saga me foi relatada aos pouquinhos via telefone por satélite, pela nossa aventureira de plantão Marininha, mais conhecida como Marina Indiana Jones, durante suas viagens à  floresta Amazônica, em sua contínua missão: de explorar novos mundos, procurar novas formas de vida e novas civilizações, indo temerariamente a onde nenhum homem jamais esteve. Suas aventuras também ficaram conhecidas como Rain Forest Trek, ou Jornada nas Amazonas. (Mais um block buster de Primo Carbonari, dublagens Herbert Richers).

Seu espírito aventureiro iniciou-se durante seu curso de agronomia, e a partir daí não parou mais. Tão logo se formou, foi trabalhar para uma multinacional alemã, que logo a despachou para os confins do Mato Grosso. Alguns dizem que foi para aproveitar seu indomável espírito aventureiro, outros dizem que os chefes, não agüentando mais seus intermináveis questionamentos, se valeram deste expediente, para se livrarem de tantos porquês que ninguém conseguia mais responder, como podemos perceber no seguinte diálogo, entre o big boss e a nossa aventureira:

Big Boss: “Bom dia Marina”
Marina: “Por quê”
Big Boss: “Por quê? Como assim Marina?”
Marina: “Desculpe boss, mas esta fala é minha

Uma hora depois:

Big Boss: “Então Marina, ficamos combinados assim e chega de por quês, ok?
Marina: “Por quê?”

Tempos depois, nossa M. I. Jones, entediada com o marasmo da selva Mato Grossense, transferiu-se para uma multinacional americana, que logo a despachou para a selva amazônica,  para desbravar novos mundos, depois de muitos por quês.

A bordo de seu Land Rover anfíbio, com seus apetrechos básicos, GPS, ursinho de pelúcia, telefone por satélite, banana frita, barraca, carrinho do Batman com Barbie on board, saco de dormir, e outras cositas mas, lá foi nossa aventureira para sua epopéia grandiosa.

Partindo de Goiás, seguiu rumo ao norte, sacolejando seu potente Land Rover, pelas picadas poeirentas daquele estado até alcançar o outro mundo: o Tocantins, mas passagem por ali foi rápida. Após algumas incursões relâmpagos pelas chapadas, M. I. Jones, logo percebeu ali uma possibilidade de investimento  a longo prazo, tendo negociado pelo menos duas capitanias hereditárias com os nativos dalí, tornando-se uma das maiores proprietárias de terras daquele país. Não satisfeita, ela atravessou o Maranhão, onde  foi abordada, logo na aduana,  por vários cavaleiros bigodudos, que se diziam fiscais do Sarney e que vasculharam seu land rover já bem avariado, a procura de uns tais bois gordos e concessões de rádio e TVs. Tendo pago os Jetons estipulados pelos bigodes do Sarney, M. I. Jones partiu rumo à fronteira final: a floresta amazônica. Seu Land Rover ficou no caminho, pois já não havia mais picadas, ou seja, era o fim da picada.

O primeiro obstáculo chegou repentinamente, devido a uma onda repentina de calor provocada pelo aquecimento global que fez com que as Neves do Kilimanjaro derretessem subitamente  provocando uma avalanche de água, lama, arvores, índios e principalmente, missionários, integrantes de  ONGs e do MST e outros animais perigosos.

Tão logo a torrente de lama se aproximava nossa aventureira não teve dúvidas: montou rapidamente uma jangada, com ajuda de cinco pigmeus canibais mirins. Para a base flutuante, foram utilizados cinco obesos dirigentes de ONGs, cansados da vida ociosa e de mamarem nas tetas do governo, amarrados firmemente com cipós made in china. Para os dois mastros foram utilizados integrantes magricelas do MST aos quais foram atadas imensas bandeira do MST e do PT, que serviram de velas de popa e proa, possibilitando a fuga de M. I. Jones através da corredeira veloz, que neste ponto já atingia a velocidade do som, provocando um barulho ensurdecedor na floresta, o que dias depois provocou  abortos repentinos na bicharada e um stress generalizado na população ribeirinha, que correu para os divans dos psicanalistas do IBAMA, a fim de receber o Bolsa Stress prometido pela Dilma.

M. Jones, antes de embarcar em sua fuga alucinada, conseguiu convencer os pobres canibais a desistirem da empreitada com uma simples pergunta:

“Meus amigos canibais, se por acaso a jangada afundar, vocês sabem nadar?”

Um a um os canibalitos foram descendo do barco e ela zarpou em alta velocidade, rumo ao desconhecido. Com a chegada da água, os canibais se deram conta que tanto fazia, barco ou terra, tudo ia ficar debaixo d’água mesmo, mas ai M. I. Jones já estava a alguns kilometros de distância movendo-se velozmente em sua jangada ecológica e descartável.

Neste momento passa ao largo uma mini-freira boiando num pequeno mico leão dourado, enquanto acessava febrilmente seu facebook em seu micro Iphone. M. I. Jones não titubeou, com um mata moscas, capturou a mini freira e a colocou dentro do  carrinho do Batman ao lado da boneca Barbie. E assim se iniciou a segunda parte de sua empreitada, ao lado de sua escudeira inseparável, a micro freira, da ordem das tartarugas ninjas. Mas esta é outra história e será contada no segundo capítulo desta mini-série.

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8 comentários:

  1. Well, primeiro vc esqueceu que ela jamais iria numa empreitada destas sem um cobertozinho azul, e na nesta saga cruel e imaginária que só um quase aposentado teria tempo, foi infeliz, se me permite dizer, em enquadrar tanta gente boa no rol desta utopia toda. Em todos os tempos e lugares há sempre gente do bem e do mal... Mas sinceramente gostei de tanta imaginação...quem sabe vc será um escritor famoso de ficções nem tanto científicas.

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  2. Ameiii!!! Estou louca para ler o próximo capitulo!! UHUUU Aventurasss Aventurasss Aventuras!!

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  3. Mr.Rufus, boa tarde!NÃO GOSTO DE BARBIES E NEM DE BATMAN, me tira desse carrinho por favor! Detesto dividir meu talento com tanta gente almofadinha e sem graça, bem...se o KGB descobre sua mente tão brilhante, será menos um a poluir nosso planeta Terra, darei uma dica a eles, de que em Curitiba City anda um elemento altamente perigoso com formato de Kibe indiano, presa fácil, só colocar um queijo no alto do morro e soltar, esperá-lo ao pé do morro e já está!!!Dica faça fácil!
    Marininha se prepara!!!O osso vai ser duro de roer, mas liga não, ele é igual político, tudo no final vira samba!
    AMIGUITOS, A SEGUIR CENAS DO PRÓXIMO CAPÍTULO!!!
    Abreijos a todo nosso fã clube!!!
    Afinal onde anda Keila????Menina aparece aí!!!Olha o cachê!
    Karen só na platéia vendo o circo pegar fogo, deixa estar, um dia a lagoa há de secar!!!bjos!
    com toda a ternura excelsa do meu coraçãozinho repleto de luz cândida vinda dos albores celestes,
    IRMÃ SELMA, FREIRA NINMURAI!!!;)

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  4. Meu Deus! Eu sabia de um talento para expressar seus verdadeiros sentimentos...só não sabia do seu talento para expressar tanta loucura! Que imaginação. Concordo com a tia Edith, vc será um grande escritor de ficção.

    Ah, a Marina também precisa levar o seu nescauzinho e uma botina pra lá de suja! ahaha

    Beijocas.

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  5. Kibe Indiano eh o que eu vou atirar na sua cabecinha. Depois desta vou coloca-la do lado nos vilões na mini-serie MI Jones. Estará lá abraçada a Hugo Chaves.

    Keilinha, bem lembrado, esqueci o Nescau, peça fundamental do kit de sobrevivência de nossa aventureira.

    beijos

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  6. kkkkkkkkkk Nao consigo falar de rir!!!! Minha barriga e minha bochecha estao doendo! kkkkkk Daddy, super fantastic!!! awsome! Minha mae e keila estao certas, favor incluir os itens citados nas historias. Meus itens de sucesso: alem do land rover, o celular o notebbok e um protetor solar!!!!!!!!! Adorei minha amida freira ninja na historia!! Minha barbie sempre quis uma companhia a altura! kkkk

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  7. kkkkkkkkkk, não sei quem é ao certo Indiana Jones???olhe que a indomável M. JONES tem origem certa mesmo!!!sem sombra de dúvida!!

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  8. finalmente um comentário meu!!!acertei!!!afinal somos a evolução da espécie!!!kkkkkkkkk

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